Advocacia Tributária

Execução
Fiscal

Defesa técnica especializada contra cobranças de dívidas tributárias ajuizadas pelo poder público — com agilidade e estratégia.

O que é

Entenda a Execução Fiscal

A Execução Fiscal é o processo judicial pelo qual a Fazenda Pública (União, Estado ou Município) cobra dívidas tributárias e não tributárias inscritas na Dívida Ativa. É regida pela Lei 6.830/1980 e possui rito especial, com prazos mais rígidos que o processo comum.

Ao receber uma citação de execução fiscal, o contribuinte tem prazo de apenas 5 dias para efetuar o pagamento ou nomear bens à penhora. Após a penhora, o prazo para apresentar embargos à execução é de 30 dias. Perder esses prazos pode resultar em restrições ao patrimônio e ao CNPJ ou CPF.

Sinais de que você precisa de um advogado agora

1

Recebeu uma citação judicial

Toda citação de execução fiscal exige resposta imediata. Não ignore.

2

Bens foram penhorados

Penhora de conta bancária, veículo ou imóvel requer ação urgente.

3

CNPJ ou CPF com restrição

Débitos em execução podem inviabilizar operações e crédito.

4

Redirecionamento para sócios

A Fazenda pode responsabilizar sócios pessoalmente em determinadas situações.

Passo a passo

Como Funciona uma
Execução Fiscal em Cuiabá?

A execução fiscal é um processo judicial movido pela Fazenda Pública para cobrar tributos inscritos em Dívida Ativa. Entender cada etapa é fundamental para construir uma defesa eficaz e proteger seu patrimônio.

1

Inscrição em Dívida Ativa

O débito não pago é inscrito na Dívida Ativa, gerando a Certidão de Dívida Ativa (CDA).

2

Ajuizamento da Ação

A Fazenda ingressa com a execução fiscal usando a CDA como título executivo.

3

Citação do Contribuinte

Você é citado para pagar, apresentar bens ou garantir o juízo em 5 dias úteis.

4

Penhora de Bens

Sem resposta, o juiz determina penhora de contas, imóveis ou veículos via SISBAJUD/RENAJUD.

5

Embargos à Execução

Após garantir o juízo, o contribuinte pode contestar o débito, os juros ou a validade da CDA.

6

Encerramento

O processo encerra com pagamento, acordo, anulação da CDA ou prescrição intercorrente.

Origens

Quais Dívidas Podem Gerar
uma Execução Fiscal?

Qualquer tributo não pago pode ser inscrito em Dívida Ativa e originar uma execução fiscal — municipal, estadual ou federal.

🏠

IPTU

Imposto sobre propriedade urbana em atraso junto ao município.

🛠️

ISSQN

Imposto sobre serviços cobrado pelo município de Cuiabá.

🏪

ICMS

Imposto estadual sobre circulação de mercadorias e serviços.

🚗

IPVA

Imposto sobre veículos automotores cobrado pelo estado de MT.

📋

Taxas Municipais

Taxas de licença, alvará, fiscalização e outros serviços.

⚠️

Multas Administrativas

Infrações e penalidades aplicadas por órgãos públicos.

🏦

Contribuições Previdenciárias

Débitos junto ao INSS e à Receita Federal.

🇧🇷

Dívidas Federais

IR, PIS, COFINS, CSLL e demais tributos federais em atraso.

Riscos

O Que Pode Acontecer se a Execução
Fiscal Não For Contestada?

Ignorar uma execução fiscal pode ter consequências graves e progressivas para pessoas físicas e jurídicas.

Bloqueio de Contas

Bloqueio judicial de contas bancárias via sistema SISBAJUD.

Penhora de Imóveis

Imóveis residenciais e comerciais podem ser penhorados e leiloados.

Penhora de Veículos

Veículos bloqueados via RENAJUD sem necessidade de apreensão física.

Restrições ao CNPJ

Empresa fica impedida de emitir certidões negativas e participar de licitações.

Cadastros de Inadimplentes

Inclusão em SERASA, SPC e outros cadastros restritivos de crédito.

Responsabilização dos Sócios

Sócios podem ser incluídos pessoalmente na execução em casos de dissolução irregular.

Defesa

Quando uma Execução Fiscal
Pode Ser Anulada?

Nem toda execução fiscal é válida. Existem situações em que o débito pode ser contestado, reduzido ou completamente anulado — e identificar essas oportunidades exige análise técnica apurada.

01

Prescrição

O crédito tributário prescreve em 5 anos (art. 174 CTN). Se a Fazenda não ajuizou a ação a tempo, a dívida não pode mais ser cobrada.

02

Decadência

O direito de lançar o tributo também tem prazo de 5 anos. Após esse período, a constituição do crédito é inválida.

03

Erro na CDA

Vícios formais na Certidão de Dívida Ativa — como erro no valor, no devedor ou na fundamentação legal — podem nulificar a execução.

04

Ilegitimidade da Cobrança

Quando o contribuinte não é o devedor correto ou o tributo foi cobrado de quem não tem responsabilidade pelo fato gerador.

05

Falta de Notificação

O contribuinte tem direito a ser notificado antes da inscrição em Dívida Ativa. A ausência pode gerar nulidade do processo.

06

Cobrança Indevida

Tributo já pago, compensado ou com imunidade/isenção reconhecida não pode ser objeto de execução fiscal.

Atendimento Local

Advogada Especialista em Execução Fiscal
em Cuiabá e Mato Grosso

A Dra. Ana Paula Costa atua na defesa de contribuintes e empresas em processos de execução fiscal em Cuiabá, Várzea Grande e demais municípios de Mato Grosso. O atendimento envolve análise da Certidão de Dívida Ativa (CDA), identificação de nulidades, apresentação de embargos à execução, defesa contra penhoras e estratégias para regularização fiscal junto às esferas municipal, estadual e federal.

Com atuação exclusiva em Direito Tributário desde 2021, a Dra. Ana Paula oferece análise técnica apurada e defesa estratégica — do primeiro contato até a resolução definitiva do processo.

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Cuiabá e Várzea Grande — MT
OAB/MT 22.982
Atendimento online — Seg a Sex 8h–18h
3 esferas — Municipal, Estadual e Federal

Como atuamos

Serviços em
Execução Fiscal

Embargos à Execução

Apresentação de defesa técnica contestando a exigibilidade, o valor ou a legalidade da cobrança.

Exceção de Pré-Executividade

Defesa processual sem necessidade de garantia do juízo, para questionar nulidades evidentes.

Substituição de Penhora

Substituição de bens penhorados por outros mais adequados, preservando a operação do negócio.

Defesa Contra Redirecionamento

Proteção dos sócios contra responsabilização pessoal indevida pela dívida da empresa.

Parcelamento e Negociação

Negociação de parcelamentos especiais junto à Fazenda Pública para regularização do débito.

Extinção e Arquivamento

Acompanhamento até o arquivamento definitivo do processo após pagamento, prescrição ou nulidade.

Perguntas Frequentes

Dúvidas sobre
Execução Fiscal

Execução fiscal é o processo judicial pelo qual o poder público (União, Estado ou Município) cobra dívidas tributárias e não tributárias inscritas na Dívida Ativa, regulado pela Lei 6.830/1980. Possui rito especial, com prazos curtos e mecanismos de cobrança mais ágeis que o processo civil comum.
O prazo para oposição de embargos à execução fiscal é de 30 dias, contados da intimação da penhora ou do depósito judicial. É essencial agir imediatamente ao receber qualquer intimação judicial, pois prazos processuais são fatais e não podem ser reabertos.
Sim. A execução fiscal pode ser suspensa por parcelamento aprovado do débito, depósito integral do valor exigido ou, em casos específicos, mediante tutela antecipada concedida pelo juiz. Cada situação exige análise individualizada para definir a melhor estratégia.
A lei estabelece ordem de preferência: dinheiro, títulos da dívida pública, imóveis, navios, aeronaves, veículos, direitos e ações. Alguns bens são impenhoráveis por lei, como o imóvel residencial familiar (bem de família) e determinados instrumentos de trabalho.
Em regra, o imóvel residencial próprio é protegido pela Lei do Bem de Família (Lei 8.009/90) e não pode ser penhorado. Porém, existem exceções — como dívidas de IPTU do próprio imóvel. Por isso é fundamental analisar o caso com um advogado tributarista antes de qualquer decisão.
Ignorar a citação é um dos erros mais graves. Sem resposta no prazo de 5 dias úteis, o juiz determina imediatamente a penhora de bens — começando por dinheiro em conta via SISBAJUD. O processo segue sem sua participação e as consequências se agravam.
Você pode consultar o site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), da Justiça Federal ou da Procuradoria da Fazenda Nacional. Também é possível verificar pelo CPF ou CNPJ nos portais das Procuradorias municipais e estaduais. Um advogado tributarista pode fazer essa verificação completa em todas as esferas.
Sim. Mesmo com a execução em andamento é possível negociar parcelamentos, aderir a programas de regularização fiscal ou propor acordos com a Fazenda Pública. Em alguns casos, a negociação após o ajuizamento pode resultar em redução de juros e multas. O importante é agir rapidamente antes que bens sejam penhorados.

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